PQ Consultoria 2019-02-10T22:19:34+00:00

Bem-vindo

A PQ Consultoria nasce baseada em uma experiência real de liderança nos negócios da economia criativa e dos serviços de marketing. O entendimento do mercado brasileiro foi obtido na prática.  A visão global e contemporânea dos desafios de marketing,  foi apurada por experiência profissional nas melhores empresas do setor do Brasil e dos Estados Unidos

O objetivo da consultoria é gerar valor para seus clientes, sobretudo em um contexto de rápidas mudanças.  Acreditamos que as empresas podem aumentar exponencialmente o seu valor financeiro e social através do engajamento de sua equipe, da sua capacidade em transformar seus negócios com velocidade e da forma como seus produtos, serviços e discursos contribuem para a sociedade.

O plano de atuação da PQ consultoria é na transformação dos negócios, valorização e posicionamento de empresas no mercado. 

Missão

Gerar valor e lucro sustentáveis aos nossos clientes. 

Crenças

Compromisso com o Brasil

Simplicidade e transparência

O talento comanda a tecnologia

Inovação como motor do crescimento.

Paulo Queiroz

Paulo César Queiroz possui mais de 35 anos de experiência como profissional de mídia e gestor empresarial. É um dos nomes mais icônicos em Mídia no Brasil e participou e atuou diretamente em uma das mais bem-sucedidas histórias da propaganda brasileira ao longo de seus 26 anos na agência DM9DDB e consequentemente, no Grupo ABC. Na DM9 atuou como gerente em 1991, diretor de Mídia em 1994, VP de Mídia em 2001, co-presidente em 2013 e CEO em 2017. Entre 2014 a 2017 liderou o desenvolvimento digital da DM9 criando unidades de performance digital. Paulo ainda registra passagem pelo Grupo ABC em 2009 como COO, além de ter se tornado sócio do Grupo em 2015. No começo de sua carreira, especializou-se em pesquisa de Mídia na McCann-Erickson, transferiu-se para a Salles Internamericana (hoje Publicis) como líder de planejamento e compra de mídia para a Ford. Paulo conquistou muitos prêmios pessoais e coletivos. Foi eleito Profissional de Mídia do Ano em 1994 pelo Prêmio Caboré, conquistou o prêmio Veículos de Comunicação em 2003 e foi nomeado Personalidade de Mídia do Ano de 2010 pelo jornal O Estado de São Paulo. Participou da conquista de mais de 100 Leões no Festival Cannes Lions e 4 títulos de agência do ano. Integrou o Júri do Festival de Cannes nos anos de 2000 e 2013. Foi sócio e conselheiro do Grupo de Mídia de São Paulo. Compõe a diretoria do I.V.C e participou da diretoria da APP. Realizou inúmeros cursos de especialização, com destaque para CEO FGV da Fundação Getúlio Vargas e Senior Management Program do Grupo Omnicom na Universidade de Babson nos Estados Unidos. Paulo Queiroz é sócio fundador do movimento Todos pela Educação.

Serviços:

Transformação do modelo de negócios

Desenvolvimento comercial

Marketing

Extração de valor das plataformas digitais: Payd, Owned, Earned e Shared.

Voce leu as matérias sobre o Facebook?

O dia de crise do Facebook na bolsa americana abre uma reflexão sobre aparentes certezas dos nossos dias. Este é um debate que precisamos encarar.

Na quinta feira passada dia 26 de julho o Facebook sofreu a maior queda já registrada em em Wall Street por uma empresa de capital aberto, segundo O Estados de São Paulo. A Folha de S.Paulo calcula que a queda no valor das ações do Facebook teria sido equivalente a soma do valor de mercado da Petrobrás e do Bradesco. Para ilustrar melhor o que aconteceu ontem com o Facebook, a Folha de S. Paulo aponta que a queda teria sido equivalente ao valor de mercado do McDonalds ou da Nike. A ação do Facebook perdeu USD119 Bilhões em valor. A queda teria ocorrido por conta do pessimismo dos investidores após os resultados apresentados pelo Facebook e suas projeções para o futuro. Na opinião do Wall Street Journal de hoje, as ações do Facebook não estão propriamente baratas depois da queda de ontem e as perspectivas são controversas sobre a avaliação do gigante da mídia social. O Financial Times analisa que os investidores devem considerar não apenas as ameaças regulatórias, mas o choque imediato de uma taxa de crescimento mais lenta para o Facebook. Com o relato acima não se pretende desvalorizar ainda mais o Facebook ou usurpar o momento difícil da empresa, mas sim abrir um debate sobre questões importantes dos nossos dias. A única certeza que temos hoje em dia e e que o mundo está mudando muito rápido e o cenário a nossa frente está volátil, complexo, incerto e ambíguo. As opiniões radicais sobre o futuro da mídia, ou sobre o futuro da sociedade como um todo precisam ser revistas a cada dia. Mas perceba, caro leitor, que as fontes deste artigo são os principais e mais críveis jornais de São Paulo, Nova Iorque e Londres. Quando o assunto envolve notícia relevante, de cunho econômico ou político, por exemplo, não existe fonte mais segura que o jornalismo profissional.

Esta é a ambiguidade de nossos dias. O jornal ou melhor o jornalismo profissional institucionalizado com plataforma própria de distribuição não vai acabar tão cedo. Ou pelo menos não deveria acabar, pelo bem da sociedade, da segurança institucional e da democracia.

Quando a bolsa de valores mais importante do mundo apresenta grande flutuação, é na opinião fundamentada e crível do jornalismo profissional que os investidores se apoiam.

É fato que os jornais e empresas de notícias do mundo todo estão sofrendo enorme ameaça pela queda de valor de suas plataformas de distribuição. Falando de uma forma mais direta, o jornalismo em papel, tv linear, mesmo em sites de notícias, não estão sendo remunerados o suficiente para se sustentar como no passado. Mas isso é um fato da vida para quase 100% das atividades intelectuais e até mesmo para a indústria. Os empresários da mídia devem enfrentar as mudanças e alterar seus modelos de distribuição e suas fontes de receita. A mídia deve adotar modelos novos de receita, criando uma cadeia de valor nova, colaborativa, integrada e leve. Isso significa rever conceitos: onde se via um inimigo, talvez exista um aliado, um frenemy. A tecnologia que assola a indústria é a mesma que vai redesenhar o futuro. Porém a vocação e o valor original do jornalismo é a força central do negócio e precisa ser preservada. Se você tem dúvida, procure ler um bom jornal. Este rápido artigo propõe um debate sobre a força inexorável do bom jornalismo.

By | julho 27th, 2018|Categories: Artigos, Digital|Tags: , , |0 Comments

O cenário nunca foi tão desafiador para os veículos de comunicação.

Como a Consultoria PQ pode contribuir para o crescimento dos negócios?

Um novo jogo, novas regras.

  1. As regras do mercado de midia estão em transformação. O ambiente de negócios esta sendo alterado por um conjunto de fatores imprevisíveis.

    O mundo digital inunda as plataformas com conteúdo todos os dias. 204 Bilhões de emails são enviados diariamente. Todos os dias cria-se 685 mil posts no Facebook. 48 horas de vídeo são postados a cada minuto no YouTube. A taxa de crescimento anual do conteúdo digital é superior a 100% *

    A fidelidade do consumidor desapareceu. Todos tem acesso a tudo a qualquer minuto. Enquanto você lê esta frase o Google respondeu 170 mil buscas.

    O conteúdo digital sem custo ou de baixíssimo custo destrói valor na midia tradicional.

    A infraestrutura do mundo da midia está tornando-se obsoleta muito rápido, criando um paradoxo de atualizações cada vez mais rápidas.

    O modelo de marketing baseado em Branding não tem a mesma eficiência do passado, o discurso das marcas é pouco relevante para os consumidores digitais e isso desvaloriza os espaços comerciais convencionais dos veículos de comunicação.

    O equilíbrio saudável entre valor e a performance foi quebrado e o mundo da comunicação vive um ciclo baseado em performance. Custo por venda ou custo por conversão são mais importantes que o valor do discurso ou do que o espaço onde o discurso está inserido. Neste caos midiático surgiu a midia programática, que derruba ainda mais o valor da mídia digital.

    Sim, eu estou tão preocupado quanto você, mas é preciso admitir que estes problemas são reais. A partir daí começa a solução.

    O equilibrio entre o Valor e a Performance.

    A busca por performance, ou retorno sobre o investimento chegou a um limite perigoso. Comprar cada vez mais barato gera destruição de valor. Se você não concorda com isso ou não compreende o perigo que isso significa, analise a metáfora a seguir. Pense no valor das marcas como sendo o amor. O amor fraternal, o amor incondicional entre dois seres humanos. Por amor, uma mulher ou homem podem realizar e suportar tudo. O verdadeiro amor dura quase o infinito e suporta muitos desaforos. Agora, pense na performance das marcas como sendo o sexo. Sexo é bom, sexo é atraente, sexo movimenta e gera muita energia, mas sexo vem e vai embora.

    O bom equilíbrio entre performance da marca e valor da marca gera resultados melhores, mais saudáveis e sobretudo sustentáveis. Se as marcas só buscarem performance, vão terminar viciadas em links patrocinados ou em uma boa programática. E quando não estão em alta performance, estas marcas são vazias, sem valor.

    A busca pelo equilíbrio do valor e performance deve integrar a alta qualidade de produção de conteúdo com a alta performance. O talento humano comandando os dados. Está bastante óbvio que este é o caminho do sucesso.

    O momento de decidir quem é inimigo, quem é parceiro e quem é as duas coisas

    O mundo vive a perfeita V.U.C.A (Volatilidade, Incerteza, Complexidade e Ambiguidade). Neste cenário as decisões binárias, preto ou branco, estão em cheque. Onde hoje você vê um inimigo talvez exista um aliado. Onde você vê uma ameaça talvez encontre uma fonte de receita. Os modelos de negocio do mundo da mídia precisam ser fluidos. A colaboração coletiva é a chave para a solução de muitos problemas da midia.

    O sistema de Branding está ultrapassado e agora?

    Este sistema funcionou durante muitos anos, até que um belo dia, o mundo digital deu voz a todos. Como todos na Internet batalham por notoriedade, o discurso comercial das marcas perdeu relevância. Nos últimos 15 anos o marketing apostou no conteúdo de marca para entreter e atrair o consumidor. Mas veja que a Red Bull investe 2 USD bilhões por ano em conteúdo e possui apenas 7 milhões de inscritos no seu canal do Youtube. O canal do humorista sueco PewDiePie tem 63 milhões de inscritos.

    Douglas Holt define define bem este cenário através dos conceitos do Crowdculture. Nas palavras de Holt, as marcas encontram relevância quando adotam uma ideologia reconhecida e aceita pelo Crowdculture. Marcas sem propósito ideológico tem menor chance de serem percebidas.

    A notícia é fake, mas a destruição que ela causa não é.

    Fake news é uma realidade que precisa ser combatida, e a resposta para essa enxurrada de mentiras é a união de profissionais de jornalismo que analisem os fatos a luz de investigação criteriosa. Por isso as estruturas institucionais das empresas de notícias são tão importantes. Recentemente, 24 empresas de midia se uniram no Brasil em combate ao Fake, mas isso parece absurdo, pois temos milhares de jornais, rádios, blogs, sites, revistas e emissoras de Tv no país. Essa união é fundamental.

    E como a Consultoria PQ pode ajudar?

    1. Ampliação de Valor
    2. Geração de performance.
    3. Insight Analytics
    4. Criação de estratégias de monetização digital
    5. Estratégias de Brand Culture.
    6. Estratégia Go to market.

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* Fontes: Traffika e Micro Focus, Socialblade

By | julho 2nd, 2018|Categories: Artigos, Criatividade, Digital|Tags: |0 Comments

2025. É tudo Fake.

Lá vem textão e é Fake.

Ensaio – 2025.

Novembro de 2025. Os americanos preparam-se para eleger o seu 47o presidente. Os dois candidatos dos partidos Democrata e Republicano disputam palmo a palmo a preferência dos eleitores. Três diferentes pesquisas de opinião mostram três diferentes resultados. Sim, Facebook Research diz que a vitória é dos Republicanos. Google Research indica a vitória dos Democratas por 15% de vantagem em relação aos Republicanos. Uma terceira pesquisa independente, conduzida pelo BuzzFeed da conta de que haverá um empate entre Democratas e Republicanos.

A última edição do NYT aconteceu há 4 anos em 2021 quando o jornal quebrou. O ex editor do NYT, A.G. Sulzberger tenta convencer a todos de que as três pesquisas são manipuladas. Infelizmente um algoritmo do Facebook e outro do Google anulam as postagens de Sulzberger e ele é literalmente apagado da rede.

Pelo Twitter ambos os candidatos declaram se vencedores.

Na véspera da eleição um vídeo com cenas de sexo grupal envolvendo o candidato do Google digo, dos Democratas, “vaza” no Facebook e atinge 6 bilhões de views em 15 minutos. 99,7% dos views são robôs e 99, 8% dos 4 milhões de comentários são feitos pela inteligência artificial do Facebook Brain, o oráculo da sociedade.

As pessoas distribuem pelo Whatsaap vários boatos e especulações sobre explosões em WDC, em Miami , Nova York e em Los Angeles. Ninguém sai de casa para votar. Nenhuma explosão era verdadeira.

Infelizmente nenhuma emissora de TV funciona. As transmissões lineares de TV foram extintas em 2023. Todos assistem series customizadas para cada indivíduo pelo NetDisney Intelligence , (a fusão do Netflix e Disney ocorrida em 2019.

A Eleição é ganha por 3o candidato de origem mexicana. O 47o presidente americano foi eleito por 12 mil votos, todos eles coletados no estado do Texas.

Juan Gonzales ao assumir a presidência dos Estados Unidos, funde o México com o seu país, criando MEXUSA, uma nova nação.

Sem a midia, sem o jornalismo profissional, sem a apuração e conferência dos fatos, o mundo vira uma gigantesca “web-fake-storytelling”.

By | julho 1st, 2018|Categories: Uncategorized|0 Comments

O mídia é o Google Tradutor da criação para qualquer idioma

Em matéria do Propmark na semana do profissional de mídia eu expresso minha opinião sobre o nosso mercado e seus desafios.

Com tantas especializações e alternativas de mídia digital, é fundamental um amplo e contínuo estudo técnico e operacional. Entretanto, o maior desafio para os profissionais de hoje é ir além da especialização e desenvolver uma visão ampla e estratégica de negócios. Pelo menos essa é a visão do hoje consultor independente, Paulo Queiroz. “É preciso investir tempo no desenvolvimento da liderança e na formação de pessoas, na composição de times ecléticos em formações e talentos”. Após 26 anos dedicados à DM9DDB e ao Grupo ABC, o profissional lançou neste ano uma consultoria baseada em sua experiência de liderança de negócios, gestão de pessoas e de mídia. Confira abaixo a entrevista com o profissional para a #SemanaDoMídia.

Caminhos possíveis

As principais tendências da mídia estão associadas a questões ligadas à transparência, governança e accountability. Dizer que a mídia de massa acabou e não ter resultados para mostrar no digital é inaceitável. Na profissão de mídia o conhecimento humano, a visão aberta à diversidade e o trabalho colaborativo são fundamentais, pois temos um cenário de mídia muito complexo e precisamos de uma equipe muito diversa para ter resultados. Como vivemos também uma enorme demanda por accountability, os coletivos de pessoas e talentos serão mais importantes que as empresas formais.

Obstáculos a frente

Com tanto assunto na pauta de mídia, o maior desafio é atingir e manter a profundidade do pensamento e a originalidade da estratégia. As pessoas estão com muita pressa e as vezes a multitarefa leva à superficialidade. Precisamos muito estar atentos a isso. Outro desafio que eu julgo muito importante, é voltar a valorizar o relacionamento humano, pessoal, atento. As mensagens instantâneas e as redes sociais nos dão um falso sentimento de conexão, mas acredito que muitas vezes precisamos de uma conversa mais profunda entre agência, veículos, fornecedores e clientes.

Horizonte oportuno

Bem, a principal oportunidade é ser original. Adotar o formato da moda do Face ou do Insta não basta. Ser perfeito em performance programática é desejável, não é mais diferenciador. Diferença mesmo faz a criatividade, o talento e o pensamento estruturado. Existe também uma enorme oportunidade de articular melhor a força da mídia de massa e a conexão um a um da mídia digital, vejo pouco isso acontecer com campanhas talentosas.

Sobre os meios

O movimento de mudança é inexorável e a tendência de vídeo mobile é muito forte e imediata. Mas os jovens profissionais de mídia têm uma certa rejeição para as mídias estabelecidas e feitas por profissionais do jornalismo, da dramaturgia, das artes em geral. Eu acho isso ruim e empobrecedor. Conteúdo nobre e de massa é muito bom para as marcas e mesmo para a democracia. Nos eventos ao vivo, sejam eles quais forem, a TV atinge infinitamente mais gente que qualquer plataforma digital, por questões da atual limitação de tecnologia. A melhor estratégia, na minha opinião associa mídia de massa com interação social e expressão de opinião das pessoas pelas redes sociais.

Asas para a criatividade

Toda a vez que a mídia coloca um cabresto na criação, a coisa fica chata, burocrática e com resultados medianos. A mídia deve viabilizar a ideia criativa em qualquer plataforma. O profissional de mídia é o Google Tradutor da criação para qualquer idioma.

Nada de over-advertising 

Esse termo de atingir o consumidor em muitos pontos de contato está em voga há alguns anos e é uma coisa legal, mas acho que o “must have” é atingir as pessoas da forma relevante. Over-posting é chato e over-advertising também. Devemos buscar a originalidade e a relevância, sempre. Outro ponto que considero super relevante é coordenar a mídia com a experiência do consumidor com a marca.

Fake news

Quando damos poder de broadcasting a todos, surgem boatos e alguns se revestem de notícia e outros são pura maldade e invenção. É muito importante garantir a procedência da notícia e a conferência por várias fontes. Quando as redações encolhem, corremos o risco de perder relevância jornalística. Pior, ficamos só com o fato. E, mesmo que verdadeiro, ele carece de análise. Por isso acho tão importante para o país que todos continuem apoiando o jornalismo responsável, profissional e comprometido com o Brasil. As plataformas de mídia digital, como Google, Facebook, Twitter, têm na minha opinião uma intransferível responsabilidade em evitar fake news em suas estruturas.

Rádio empoderado

Largamente empregado pelo varejo, com resultados concretos, agora digital e com alcance ilimitado, o rádio é uma poderosa ferramenta de comunicação e mídia em qualquer sociedade, pode chamar de podcast, pode chamar de IP based, mas no fundo é o velho e bom radio, seja aqui em São Paulo, Miami, Paris ou Berlim.

Sobre departamentos

Precisamos ter engenheiros de dados, especialistas em redes sociais e estrategistas, com pouco dinheiro, muito assunto e dispersão de atenção. É uma das coisas mais desafiadoras que as agências têm pela frente. Você forma um jovem profissional e ele rapidamente vai trabalhar em outro lugar. Mas o contrário poderia ser bem pior: você não treina o camarada e ele resolve ficar na sua empresa.

Importância de PR

Com toda a certeza a mídia espontânea, a mídia conquistada, a mídia vitalizada e todas as outras variações de visibilidade das marcas devem ser pensadas e metrificadas pelos mídias. O problema é que a maioria dos clientes não paga por isso, mas cobra. Durante a minha carreira, fiz grandes parcerias com profissionais de PR, com resultados enormes para nossos clientes.

Social media

Hoje as redes sociais são o começo o meio e o fim de qualquer campanha. Não se pode pensar em um conceito sem antes medir seu engajamento. O discurso da marca não é mais propriedade dela, existe um diálogo da marca. Pior é que muita empresa ainda não entendeu que a interação gera melhor resultado que qualquer outra ação. Mesmo quando a marca é criticada duramente pelas redes sociais, eu entendo que ela deve dialogar para se relacionar de maneira dinâmica com a sociedade. O que eu não gosto das redes sociais é a intolerância, o radicalismo, a difamação, o conteúdo improprio, enfim… As mazelas dos nossos dias.

 

By | junho 23rd, 2018|Categories: Artigos|Tags: |0 Comments

OTT: Over the top content. Você sabe o que significa e como ele vai mudar nossa indústria da comunicação?

OTT é o conteúdo de televisão, transmitido por Internet, sem a necessidade de associação com uma emissora ou companhia de Tv por assinatura. O Netflix é um OTT poderoso que conta com 125 milhões de usuários (2018 Q1). Existem varias formas de OTT, gerando muitos acrônimos como:

TVOD: transaction video on demand, como o Itunes ou o nosso Telecine NOW. Neste sistema você está pagando por um conteúdo específico. Quando você compra um único jogo do Premiere da Globo, você está fazendo um TVOD, já chegaram a cobrar R$118 por um clássico Corinthians e Palmeiras deste ano.

AVOD: free and ad-supported services, YOUTUBE é o rei do AVOD, mas empresas como Globo usam este modelo. Eu acredito que o AVOD deve ter um enorme crescimento no Brasil, tanto por cultura, como pelo baixo poder aquisitivo.

SVOD: subscription-based services, é aqui que fica a Netflix, GloboPlay, Amazon TV, HBO, etc.

Com o crescimento das vendas das Smarttvs e da banda larga doméstica, o OTT deve reinar amplamente nos próximos anos. É importante notar que OTT para eventos ao vivo não funcionam bem, pelas limitações da atual tecnologia.  PORTANTO A TV aberta, ainda reina fortemente nos momentos de transmissão ao vivo, sobretudo no esporte. Nesta Copa teremos uma oportunidade de medir a força dos diferentes modelos de negócio: TV Aberta, OTT, Social Media e outras formas de conexão com conteúdo.

Portanto é justamente a velha TV que está criando o mais importante movimento digital dos nossos dias. Segundo a PcW em seu estudo global sobre entretenimento e midia, o OTT será um modelo de negócio de grande prosperidade nos próximos anos. Por tal razão, empresas de tecnologia, operadoras de telefonia e redes de Tv estão investindo pesado no OTT.

É difícil imaginar qual será a estrutura da Televisão em 5 ou 10 anos, pois as mudanças tecnológicas e de comportamento estão alterando muito o ambiente de negócios. Too many moving parts, porém, mesmo com este cenário, todos concordamos que será o talento humano que vai comandar o show.

By | junho 11th, 2018|Categories: Artigos, Audiência, Digital|0 Comments

Protagonismo nas transformações da mídia.

O Nene Zimmermann que tem um site muito interessante, com cobertura do mundo da comunicação, [ COLUNA NO NENE] ofereceu um espaço para que eu pudesse apresentar a Consultoria.

Nene Zimmermann: Publicitário,há mais de 35 anos atua no mercado da Comunicação. Acumula passagens por agência e veículos de comunicação, no Rio Grande do Sul, Brasília e Santa Catarina. Hoje, atua como gestor da Inovação,empresa com foco em representação de veículos e produtos próprios. Foi responsável pela Coluna do Nenê, que era publicada no jornal ABC, do Grupo Sinos, e nas redes sociais.

O texto que preparei para a Coluna do Nene foi uma boa oportunidade para exercitar a proposta de valor da Consultoria:

Todos os dias comprovamos que o nosso mundo está em grande transformação, seja social, econômica, produtiva, nas relações humanas, estilo de vida e até em valores. Mudança é um fato inexorável que nos atinge diariamente.

Nos dias de hoje, as mudanças tecnológicas exponenciais têm trazido novos empregos e tem ceifado outros. No mercado de mídia as coisas são ainda mais agudas, pois ela está no centro das mudanças tecnológicas. Este ambiente deu voz e poder de “broadcasting” a 3,5 bilhões de pessoas. Sim, hoje cerca de 50% da população do planeta está conectada à Internet e deseja expor seus ideais a sociedade.

Este cenário desafiador é um ambiente muito atraente, por isso, decidi lançar minha empresa de consultoria de mídia. Quero ser protagonista das mudanças, quero poder ajudar, participar desta fase tão interessante da mídia. Nos últimos 3 anos estudei profundamente as estratégias dos quatro gigantes da tecnologia: Google, Facebook, Amazon e Apple. Em 2016 e 2017 tive a oportunidade de participar de um curso de alto nível da Universidade de Babson, em Bostom.  Neste curso de 2 anos, com etapas de estudo e aplicação prática; estudos remotos e imersões presenciais na Universidade de Babson, debatemos sobre as transformações nos negócios e na comunicação. Nossos professores e orientadores são grandes personalidades do mundo acadêmico americano como Francis X. Frei, Nancy Koehn e Leonard Schlesingere. Ainda em 2017, investi vários meses estudando detalhes da mídia programática americana. Visitei e estudei o modelo de negócios de empresas de pura performance digital e de empresas de conteúdo digital. Em agosto de 2017 participei do Global Summit da Singularity Univerasity, onde discutimos o futuro das cidades, do transporte, da comunicação, da tecnologia e da agricultura.

Todo esse caldo de informação, aliado à minha bagagem de 35 anos em propaganda, estão agora à disposição do mercado. Meu foco será prestação de serviços aos veículos de comunicação, e plataformas de mídia. Acredito que posso contribuir com visões, analises e estratégias que irão gerar maior valor aos veículos de comunicação. Creio que posso indicar bons caminhos para aumentar a monetização das bases tradicionais e digitais de audiência das empresas de mídia. Posso dizer que sou apaixonado pela mídia e este é meu campo de trabalho e estudo.

By | junho 8th, 2018|Categories: Artigos|0 Comments